Em Números 14 temos um conhecido episódio de fidelidade ao Senhor protagonizado por Josue e Calebe. Moisés havia tinha enviado doze homens para espionar a boa Terra de Canaã, mas somente Josué e Calebe, por confiarem em Deus, fizeram um relato encorajador fundamentado em suas convicções e fé.
Mesmo Israel estando em menor número e serem bem "mais fracos" do que os "gigantes" que lá habitavam, a fé foi fundamental para aqueles dois jovens "verem além da circunstâncias" e permanecerem fiéis.
O medo de estarmos ou ficarmos sós nos levam a atitudes extremas e estranhas.
O profeta Elias pensava que ele era o único que ainda servia ao Senhor e, por pensar assim, fugiu de Jezabel, esposa do rei Acabe. Mas, o Senhor Deus declarou ao profeta Elias:
"No entanto, reservei sete mil em Israel, todos aqueles cujos joelhos não se dobraram diante de Baal e todos aqueles cuja boca não o beijou” (I Reis 19:18). Embora o povo estivesse envolvido na idolatria, uma minoria permaneceu fiel ao Senhor.
Algo semelhante nos dias de hoje...
Nos dias de Cristo, tivemos João Batista, um levita e profeta que fez o seguinte apelo aos seus contemporâneos: "Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus". (Mt 3:2). Uma minoria atendeu ao apelo de João Batista.
Na contra cultura do Novo Testamento temos Simeão e Ana, ambos com privilégios especias.
Simeao teve o privilegio de segurar Jesus e Ana anunciava sobre a redenção de Jerusalém (Lc 2:25-28; 26-38).
Nós também estamos incluídos nessa lista quando Tiago fez referência aos gentios a quem Deus considerava para constituir entre dentre eles um povo para o seu nome (Atos 14:15). E no futuro, no tempo de Deus, Ele arrebatará Sua Igreja, retirando o remanescente fiel dentre toda a população da Terra para o "encontro com o Senhor nos ares".
Haverá um novo momento, chegará o dia em que haverá um novo céu e uma nova terra, povoados única e exclusivamente pelos fiés que aqui buscaram agradar a Deus.
Deus nos abençoe.
Gilvan, 06/07/2026
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