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"Não tolere o que a Bíblia reprova, e nem reprove o que a Bíblia tolera." (Gilvan, 15/05/2005).

domingo, 22 de abril de 2018

O Sonho de Deus


A história do amor de Deus está registrada na Bíblia, uma linda carta de amor: a busca de Deus pelo homem.
Nesse registro encontramos o Deus de Amor fazendo de tudo em busca de pessoas imperfeitas, egoístas e cheias de vícios.
Eu estou nesse contexto... Entretanto, há um grande mistério nesse amor incondicional e incorruptível do Senhor por nós.
Só sei que que tudo que o Senhor fez, faz e fará sempre será por amor.
Esse amor foi demonstrado na Cruz, quando Seu Filho morreu em nosso lugar.
A condenação que era nossa foi cancelada.
Jesus é o Homem que venceu a Cruz

O investimento feito em nós foi muito alto, custou o derramamento de Seu precioso sangue.
Quando aceitamos Jesus, somos regenerados e estamos no processo de amadurecimento, de santificação, destinados, quando vivenciamos a Palavra, a participarmos da Natureza Divina (II Pe 1:4).
Vou pontuar aqui três estágios no qual essa santificação ocorre:
🔼Por meio da oração;
🔼Por meio do estudo e da prática da Palavra de Deus;
🔼 Por meio da comunhão com os irmão;

No Jardim de Deus, somos como árvores plantadas junto ao Ribeiro de Aguas (Jesus, Tu És o Rio de Vida que brota do Trono de Deus) e devemos dá frutos na estação apropriada.
O Senhor irá concretizar o que sonhou para nós, quando reconhecermos e aceitarmos que somos impotentes e que sem Ele nada temos e nada somos.
Moisés pensou que com suas habilidades naturais poderia dar uma ajudinha a Deus matando um egípcio.
Mas o Senhor investiu em Moisés e o despojou de conhecimento e habilidades... Tudo aquilo que aprendeu no palácio de Faraó foi reciclado por Deus para ser útil no propósito do Senhor.
Moisés precisou ser tratado por Deus e aprendeu por 40 anos na escola do deserto.
O episódio da sarça ardente é o marco do início das aulas na Faculdade do Senhor.
Moises ali no deserto conseguiu aprovação para cursar a Faculdade do Senhor, no deserto, quando tirou as sandálias dos pés...
Só depois desse aprendizado, Moisés pode ser útil ao Senhor e ao próximo.
Hoje nós, com a ajuda do Senhor, estamos superando obstáculos, estamos crescendo de glória em glória, estamos procurando fazer o bem sem olhar a quem...
O mundo, as pessoas, precisam saber que ainda existe servos compromissados com o Senhor; que são a concretização do sonho e projeto de Deus.
Mesmo estando no mundo, não  somos do mundo e por isso, estamos na contra mão do sistema.
Devemos nos desprender de todas as armadilhas que dificultam nossa visão.
Não podemos e nem devemos fracassar na fé.

Ventos Contrários


O Senhor sempre cuida de nós e de nossas necessidades. Mesmo passando por desertos, a Mão do Senhor nos fortalece.
É normal passaremos por várias tempestades, ventos contrários, mas mesmo assim, não há razão para murmurar, reclamar e exigir algo de Deus; como se ele fosse o "gênio da lâmpada mágica".
Jesus sabe tudo o que enfrentamos, embora nós não saibamos nem o porquê,   nem até quando.
Tenho aprendido as lições que a vida tem para mim; e isso me leva a apenas aceitar e procurar a viver o "para que" de tal situação ou problema.
Nenhum evento será surpresa para o Senhor porque Ele é 0 Senhor do tempo, da Vida e da Benção.
Jesus tinha uma Vida de oração, de intimidade com o Pai. E como Ele orava!.
Através de Sua Vida, aprendemos que mesmo em comunhão com o Pai não estamos isentos de "ventos contrários", de ondas agitadas (Mt 14:24).
As dificuldades, problemas não podem e não devem impedir nossa correta visão do Senhor, que no momento mais difícil, saberá nos socorrer.
Jesus está indo ao nosso encontro agora. Hoje o nosso milagre vai chegar. Mas para que isso aconteça, devemos exercitar a nossa fé, colocando-a em ação.
Isso começa quando cremos que tudo está debaixo do controle do Senhor. Ele sabe até onde podemos suportar as ondas agitadas e o vento contrário.
No momento exato, Cristo irá nos socorrer; confia nEle.
A exemplo dos discípulos, quando olhamos as circunstâncias nossa fé vacila e começamos a "afundar"; e afundamos mesmo, literalmente, em todos os sentidos.
As forças contrárias a nós, o forte vento, a tempestade, abalam a estrutura do nosso ser e querem nos desviar da Palavra de Deus.
Mas estamos sendo desafiados pelo Senhor a permanecer firme, crendo no Agir dEle.
Não estamos jogando na vida; não estamos sozinhos. Não somos vítimas das circunstâncias e nem precisamos nos sentir "uma mola encolhida".
Os ventos podem ser fortes para nós, mas não o são para o Senhor.
O Senhor é Deus muito além de nossa compreensão...
Ela dá ordem ao mar, ao vento, a tempestade...
Que poder!
Não tenha receio de chamar pelo Senhor na hora mais difícil. Faça como Pedro: "Salva-me Senhor".
Esse é o grito que nos traz salvação; é quando toda nossa força, esforço e confiança e experiência não significam nada diante do mar da vida...
Só nos resta o Senhor, que nunca nos desamparará.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Fundamentos para a Vida Cristã

No estudo da Palavra, percebemos que a estrutura espiritual do discipulado depende apenas de dois fundamentos:
🔼 Comunhão com Deus;
🔼 Relacionamento Interpessoal;
Precisamos observar e desenvolver bem esses dois alicerces para que a nossa suposta "vida espiritual" não desmorone.
Observemos o primeiro fundamento (Comunhão com Deus) utilizando apenas dois exemplos do Velho Tratamento.
Nessa obordagem, Moisés é o nosso primeiro exemplo da importância de se ter relacionamento com Deus.
Mesmo muito ocupado na liderança do rebelde e obstinado povo de Israel, Moisés sempre se dirigia para fora do arraial para se encontrar com Deus.
Para Moisés, O Senhor sempre tinha prioridade ...
Moisés não ousava dar um passo sequer sem a clara direção de Deus (Ex 33:7 a 16)
E eu? e vc?
Como está o nosso relacionamento pessoal com Deus?
Há quanto tempo você não ouve a Voz do Senhor, não toca na "ponta do altar";
Priorize um "particular" com o Senhor; tenha intimidade com Ele.


Outro exemplo notável e meu segundo exemplo na abordagem é o jovem Daniel.
Daniel vivia em um ambiente totalmente desfavorável, contrário aos padrões do Senhor, mas Daniel decidiu não se contaminar; isso fez e faz toda diferença.
Daniel decidiu buscar o Verdadeiro Deus...
É sua fidelidade foi honrada pelo Senhor.

Daniel passou a ocupar posição de destaque em todo o reino de Babilônia; ele passou a ser o segundo homem do império, o vice presidente.
Mesmo muito ocupado, Daniel priorizava momentos de comunhão e intimidade com Deus e o fazia diaria mente, três vezes ao dia, como de costume...
Qual tem sido o seu costume?
Quantas vezes por dia você tem se relacionado com Deus.
Não estou me referindo à orações feitas ao volante, ou quando o sinal está fechado; orações esporádicas...
Precisamos reservar um horário específico para o Senhor...
A comunhão de Daniel com o Senhor era determinante, visível e desafiadora....
Deus o honrava em tudo..
Que exemplo, que lição...
Daniel se prostava todo dia e provava ser fiel.
O segundo fundamento depende diretamente do primeiro: quando estamos em comunhão com o Senhor queremos sempre estar próximo, amando os outros como opção, com razão e com obras...
Quanto estamos no Corpo, juntos, vivendo em comunhão, com um mesmo propósito e em Unidade com o Senhor, Ele Se Manifesta trazendo Sua Vida e Poder,
que grande bênção (Jo 20:19 a 24).
Na vida normal da Igreja é comum estarmos sempre unidos, praticando o amor fraternal.
Meus queridos, o Senhor deseja que sejamos livres das atividades seculares que nos escravizam; há tantos que morrem de sede em frente ao mar.
Não podemos esquecer que nossos pecados nos afastam do Senhor.Por isso somos incentivados a devocionalmente estudar a Palavra; a viver o Evangelho, a orar sem cessar (como está sua vida de oração?)
Assim, devemos:
Ser útil no ministério;
Eliminar comportamentos e hábitos mundanos;
Otimizar o tempo;
Abandonar todo e qualquer vício; e isso incluir o celular, a televisão, os jogos.
Enfim, somos encorajados a diminuir nosso contato com o mundo.

domingo, 1 de abril de 2018

Temor do Senhor


Para aqueles que ainda não conhecem ao Senhor, temer a Deus é ter medo do próprio Deus, de seu julgamento e da morte eterna que acompanha esse julgamento (Lucas 12:5; Hebreus 10:31. Para o nós, que já O servimos, o temer a Deus é algo completamente diferente, diametralmente oposto. O temor do cristão é a reverência e obediência a Deus, que é fogo consumidor (Hb 12:28-29). Esta registrado em Provérbios 1:7: "O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria...".
O temor do Senhor não deve ser minimizado ao simples "respeito" ao Criador do Universo e as Suas Leis. Quando tememos o Senhor, lutamos contra o pecado e seu domínio; lutamos contra o mundo e seu sistema. O temor do Senhor me faz a não estar apenas na igreja, mas a ser igreja. agrade. O temor do Senhor me dá garantia na Sua promessa de que Ele nunca vai nos deixar ou nos abandonar (Hebreus 13:5).
Temer a Deus significa viver uma vida que O agrade em tudo... O nosso crescimento espiritual e também nas outras áreas está associado ao temor do Senhor. Lemos em Atos 9. 31 que “A igreja, na verdade, tinha paz por toda a Judeia, Galileia e Samaria, edificando-se e caminhando no temor do Senhor, e, no conforto do Espírito Santo, crescia em número.” Vejamos o que a Palavra nos revela a respeito do medo, totalmente diferente do temor: “No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor.” (1 João 4. 18). 
Com isso, concluímos que o temor a Deus citado na Palavra não significa o medo de Deus que nos faria fugir Dele e nos traga insegurança e sofrimento. Mas o verdadeiro temor ao Senhor é algo que nos aproxima ainda mais Dele nos fazendo lançar fora nossos temores e dúvidas. Assim, somos convidados a respeitá-Lo como sendo quem Ele É; é reverenciá-Lo conforme Seus padrões de santidade e justiça Vou exemplificar o temor ao Senhor com algumas verdades bíblicas: *Temer a Deus é a base para o discipulado. *Temer a Deus é adorá-Lo como o único Deus. “Não terás outros deuses diante de mim.” (Êx 20. 3)
*Temer a Deus é buscarmos constantemente a santificação. “Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus” (2 Cor 7. 1) *Temer a Deus é demonstrar o caráter de Cristo em qualquer situação, até mesmo quando estamos sozinhos; “Deu-lhes ordem, dizendo: Assim, andai no temor do SENHOR, com fidelidade e inteireza de coração” (2 Crôn 19. 9) *Temer a Deus é o início de tudo...(Sal 111. 10)
*Temer a Deus é vencer o mal. “O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço” (Pro 8.13) Assim, o temor de Deus é fundamental para um viver cristão sadio; é como o sangue que circula em nosso

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Escolher a posição correta muda nossa destino: Escolha está do lado do Senhor



          Em nossa caminhada cristã cometemos muitos erros, deslizes e às vezes pensamos em desistir, mas o Senhor sempre nos concede uma nova oportunidade para acertamos e nos posicionarmos ao lado dEle.
          São muitos os relatos bíblicos que ilustram essa verdade, mas de forma resumida, vou apresentar uma que ocorreu há muito tempo atrás, registrado no Velho Testamento.
          A Palavra de Deus revela uma família cheia de problemas, conflitos, crises e, nessa família, dois irmãos tiverem destinos completamente diferentes devido às escolhas que fizeram.
          Lemos que o patriarca Jacó morou um tempo em Salém, cidade de Siquém com sua família (Gn 33:18 à 20) e, mesmo em “terra estranha”, o “altar do Senhor” fora levantado (sobre isso falaremos em outra ocasião), mas  quero destacar o comportamento de seus dois filhos Simeão e Levi, com Lia.
          Diná, filha de Jacó, e irmã de Simeão e Levi , quis conhecer “o mundo”: “E saiu Diná, filha de Lia, que esta dera a Jacó, para ver as filhas da terra - Gn 34:1”. Aqui está o perigo: “conhecer o mundo!”.
          A curiosidade de Diná resultou em seu estupro. Ela foi violentada sexualmente por um jovem daquela terra: “E Siquém, filho de Hamor, heveu, príncipe daquela terra, viu-a, e tomou-a, e deitou-se com ela, e humilhou-a - Gn 34:2”.
          Jacó ficou em silêncio quando soube do estupro de sua filha. Que tragédia essa que ocorreu!...
          Duas famílias envolvidas, comportamento diferentes: o silencio de Jacó, pai da estuprada, e a iniciativa Hamor, pai de Siquém, o “estuprador”, de consertar o que foi feito e logo em seguida, a atitude desumana e cruel de Simeão e Levi.
          Siquém amava Diná e queria casar-se com ela. “Mas a família de Jacó impôs uma condição: “a circuncisão de todos os homens daquela cidade”: “E disseram-lhe: Não podemos fazer isso, dar a nossa irmã a um homem não circuncidado; porque isso seria uma vergonha para nós; Nisso, porém, consentiremos a vós: se fordes como nós; que se circuncide todo o homem entre vós - Gn 34:14,15”
          Isso agradou a família do estuprador, eles não sabiam o que os esperava: E suas palavras foram boas aos olhos de Hamor, e aos olhos de Siquém, filho de Hamor - Gênesis 34:18.
          Imediatamente todos foram circuncidados... em busca de aliança com a família de Jacó.
          Vejam o que Simeão e Levi fizeram: “E aconteceu que, ao terceiro dia, quando estavam com a mais violenta dor, os dois filhos de Jacó, Simeão e Levi, irmãos de Diná, tomaram cada um a sua espada, e entraram afoitamente na cidade, e mataram todos os homens - Gn 34:25”
          Os homens circuncidados estavam indefesos, devido a intensa dor.
          Simeão e Levi estavam com muito ódio do que fora feito com sua irmã; se vingaram, fizerem uma matança brutal, saquearam a cidade e fizerem as crianças e mulheres de escravos: “Mataram também ao fio da espada a Hamor, e a seu filho Siquém; e tomaram a Diná da casa de Siquém, e saíram. Vieram os filhos de Jacó aos mortos e saquearam a cidade; porquanto violaram a sua irmã. Gn 34:26,27”
          Essa ação de Simeão e Levi, fez com Jacó e sua família saíssem da cidade, com medo das cidades vizinhas.
        Jacó não concordou com a atitude de seus dois filhos: “Então disse Jacó a Simeão e a Levi: Tendes-me turbado, fazendo-me cheirar mal entre os moradores desta terra, entre os cananeus e perizeus; tendo eu pouco povo em número, eles ajuntar-se-ão, e serei destruído, eu e minha casa. E eles disseram: Devia ele tratar a nossa irmã como a uma prostituta? - Gn 34:30,31”
         Já em idade avançada, Jacó já idoso, ao abençoar os filhos Simeão e Levi, deixou claro que não teve participação nesse incidente e que não era o responsável pelas escolhas de Simeão e Levi e em sua benção profética, revelou o destino dos dois: “Simeão e Levi são irmãos; as suas espadas são instrumentos de violência. No seu secreto conselho não entre minha alma, com a sua congregação minha glória não se ajunte; porque no seu furor mataram homens, e na sua teima arrebataram bois. Maldito seja o seu furor, pois era forte, e a sua ira, pois era dura; eu os dividirei em Jacó, e os espalharei em Israel. - Gn 49:5-7”.
          No episodio do bezerro de ouro (Ex 32), Moises fez a convocação: “quem é do Senhor venha ate mim”. Apenas a tribo de Levi tomou posição pelo Senhor: “Pôs-se em pé Moisés na porta do arraial e disse: Quem é do Senhor, venha a mim. Então se ajuntaram a ele todos os filhos de Levi. - Êx 32:26” .
         Isso agradou ao Senhor, era prova de arrependimento. Do lado do Senhor, Ele usa nossas habilidades para o Seu Proposito.
         O Senhor usou a natureza violenta da tribo de Levi para eliminar os idolatras: “E os filhos de Levi fizeram conforme à palavra de Moisés; e caíram do povo aquele dia uns três mil homens.- Êxodo 32:28.
         Diferente de Simeão, os levitas tornaram-se servos do Senhor em uma aliança eterna na qual serial sacerdotes do Senhor (Ex 29:9; 40:15).
        Que grande benção para a tribo de Levi, um novo começo, uma nova posição – dessa vez ao lado do Senhor.
       Essa lição deve servir de exemplo para nós...
       Deus nos abençoe.