Data

Animação

Importante:

Importante:
"Não tolere o que a Bíblia reprova, e nem reprove o que a Bíblia tolera." (Gilvan, 15/05/2005).

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Construindo Hoje a Sociedade do Amanhã




          Nossa razão de ser e de existir, nosso projeto de vida deve estar alicerçado sobre os Princípios da Palavra de Deus; esses princípios nos asseguram a certeza que estamos executando uma obra de valor permanente e construindo, para nossos filhos e para as gerações futuras, uma sociedade onde a desigualdade social será minimizada, onde o amor ao próximo será uma prática constante, e não um discurso vazio e meramente teórico. Não podemos e nem devemos edificar nossas famílias sobre os moldes mundanos com seus valores totalmente invertidos, no futuro próximo, só restará ruínas de famílias que se deixaram influenciar pelo “príncipe desse mundo”.
          Somos da geração que acreditou que o diabo é o “pai do rock” (mas ele é pai só da mentira), que o casamento é “consórcio”, que “Deus” é o “deus da diversidade sexual”, de todos os “credos e confissões” e que a “política é coisa do diabo”. Nada mais longe da verdade do que essas afirmativas. Nós, evangélicos, temos duas cidadanias: uma celestial e uma terrena. Uma não anula a outra.
          O que devemos deixar para nossos filhos é a herança espiritual, a Verdade de Deus - nossa identidade em Cristo Jesus. Assim, eles compreenderão qual o seu lugar a importância no Eterno Projeto de Deus.
           A razão de ser e de existir que qualquer sociedade é o homem, mas esse mesmo homem tem destruído o “seu lar”, “ seu mundo”, com atitudes irracionais, sem amor para com o seu próximo , agredindo e destruindo a Natureza. E, agora, muitos como uma forma de protesto, bem irracional por sinal, vêm destruindo e depredando o “patrimônio público”. No grupo dos que realmente protestam e lutam por causas justas, existe um “bando” de vândalos e de ladrões que se aproveitam da situação, ainda que seja minoria.
          Não sou contra o “povo estar nas ruas”, “protestar” e “lutar por seus direitos”, mas não sou favorável a nenhum “ato de vandalismo”, de “intolerância” ou de “qualquer ato de violência”. Nada justifica a corrupção geral da raça humana, a não ser a consequência do pecado. Mas, o que não podemos fazer é ficar de “braços cruzados”, de “boca calada” pensando que as decisões políticas não nos atingirão. Não fazer nada e ser omisso diante da injustiça social é pecado (Tiago 4:17). A orientação que recebemos de Deus é que devemos orar com propósito por nossas autoridades. Isso resultará numa vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade (1 Timóteo 2:2-3).
         A nossa atual sociedade, através de nossa vivência do Evangelho, precisa compreender que somos seres criados por Deus. Criados à Sua Imagem e Semelhança. Precisam entender que os homens não são obra do acaso, mas foram projetados com amor – corpo, alma e espirito. Somos frutos do Sonho de Deus, do Coração e das Mãos de Deus, Pai Justo, Santo e Amoroso.
          Nossa geração “está adormecida”, mas somos jovens que creêm no Deus Vivo, chamados para colaborar na transformação daqueles que foram e serão salvos, comprados pelo Precioso Sangue de Jesus. Não temos que viver e nem precisamos imitar o mundo sem seu comportamento totalmente oposto ao padrão de Deus, estabelecido em Sua Santa Palavra. Temo um padrão de vida diferente, um modelo a seguir. Jesus é o Padrão de Deus, o Homem que venceu a cruz, vivendo uma vida 100% humana, porém sem pecado.
          Temos a grande e eficaz certeza: o Auxilio do Deus Vivo sempre estará com aqueles que confessam Jesus como Senhor. Entretanto, já está na hora de sairmos de nossas “estruturas falidas” para representarmos verdadeiramente o Senhor Jesus Cristo. Deus nos chama a tirarmos “nossas máscaras” e Deseja que tenhamos certeza de Quem estamos representando aqui na Terra - uma Pessoa Real, que possui todo poder e toda autoridade dadas pelo Pai.
          Muitos têm buscado mudanças no “âmbito da política” em todas as esferas do poder, colocando sua esperança em homens que não podem acrescentar “um centímetro à sua estatura” e nem satisfazer nossos desejos. Eles se esquecem de que a única Solução é o Senhor Jesus Cristo. Queremos uma sociedade que aprenda “fraternidade humana”, que seja livre de preconceitos, livre de barreiras, entendendo que somos todos iguais, do mesmo Pai e que todos temos dignidade e valor enquanto pessoa.
           Como desejamos um “mundo melhor”, mais justo, mais fraterno, mais igual. Mas não podemos esquecer que o Evangelho de Cristo não converte só pessoas, esse Evangelho também transforma a sociedade. É disso que o Brasil precisa: do Evangelho de Jesus. E Deus preferiu contar com você, como agente transformador nessa sociedade madura para o juízo. Todos nós, servos de Deus, fomos convocados para fazer diferença nesta geração. Isso implica em viver o Evangelho fora da estrutura física da igreja - é muito mais do que entoar hinos dentro de um templo ou frequentar assiduamente uma determinada igreja. O Senhor deseja que provoquemos transformações nos homens pelo Poder do Evangelho, condenando o pecado, fazendo o bem sem olhar a quem, defendendo a justiça, orando pelos nossos governantes. É a nossa omissão que permite a propagação da injustiça e da opressão.
          É nossa missão apresentar o Projeto de Deus para o homem. Haverá mudanças em nossa sociedade quando o Evangelho de Cristo for nossa prioridade e quando a Justiça de Deus for nossa bandeira.
          Existe um “montão de gente” brincado de igreja, brincando de “ser crente”, enquanto a mundo está indo a “passos largos” para o inferno, sem Deus, sem salvação, sem esperança. Os “crentes” de hoje parecem pessoas se divertindo no playground de um grande prédio em chamas que não descobriram ainda, o propósito e o significado de suas vidas.
          Daquela cruz, onde o nosso Senhor foi crucificado, Ele venceu a morte, o mundo e todo o império das trevas, liberando tudo o que precisamos para vivermos uma vida plena e abundante, independente das circunstâncias e da transitoriedade dessa vida.

Gilvan Silva Santos, servo do Deus Altíssimo em espírito, alma e corpo (I Tes 5:23)
Itabuna-Bahia 21.06.2013 (21h25min)
[gilvansilva00@hotmail.com; (73) 9191-0910; 8825-1811; 9995-4551]
Acessem nosso blog: http://gilvansilvasantos1973.blogspot.com/
Siga-me no Twitter: http://twitter.com/Gilvan1973_BA

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Alimento Bíblico 50: “Tu Me Amas?”. Parte Final



          Como o Senhor Jesus é educado. Ele só inicia o diálogo com Pedro depois do jantar. Pedro poderia se “engasgar” e ter “indigestão” com a “lavagem de roupa suja” que o Senhor estava por fazer.
          A hora da verdade para o apóstolo Pedro estava começando. O relato bíblico nos diz: “Depois de terem comido, perguntou Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de João, amas-me mais do que estes outros? Ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Ele lhe disse: Apascenta os meus cordeiros. Tornou a perguntar-lhe pela segunda vez: Simão, filho de João, tu me amas? Ele lhe respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Pastoreia as minhas ovelhas. Pela terceira vez Jesus lhe perguntou: Simão, filho de João, tu me amas? Pedro entristeceu-se por ele lhe ter dito, pela terceira vez: Tu me amas? E respondeu-lhe: Senhor, tu sabes todas as coisas, tu sabes que eu te amo. Jesus lhe disse: Apascenta as minhas ovelhas. (Jo 21: 15 à 17).
          Tu Me Amas? Essa é a pergunta mais importante que todos nós devemos responder. Essa pergunta envolve nossas convicções, nossos valores, nossas prioridades. Todos nós precisamos amar a Jesus de maneira incondicional. Sem esse correto amor a Jesus, não se pode desenvolver uma vida cristã autêntica.
          Jesus aprofunda Seu questionamento a Pedro e também a todos nós.  Ele espera que nós, a exemplo de Pedro, O amemos com propósito, com toda a inteligência, mente, vontade e emoção. Ele também espera que o amemos de forma mais pessoal, mais dependente. Necessitamos apenas do Senhor. Ele É o sangue que circula em nosso ser. Nas duas primeiras vezes, Pedro rapidamente respondeu que sim que amava a Jesus. Entretanto, na terceira vez, ele disse: “... tu sabes todas as coisas, tu sabes que eu te amo. Jesus lhe disse: Apascenta as minhas ovelhas. (Jo 21:17)”. O que Pedro quer dizer é que ele não tem como mentir para o Senhor. Ele queria amar a Jesus, mas não tinha forças para fazê-lo. O querer estava com ele, porém ele não tinha como executá-lo.
          Será que nós, a exemplo de Pedro, não estamos muitos preocupados com o nosso sustento, com a nossa sobrevivência? Será que realmente amamos ao Senhor ou amamos o “barco” que garante a nossa sobrevivência, nosso sustento?
          Pedro precisava passar pelo treinamento do Senhor. Nós também precisamos experimentar o agir transformador do Espirito Santo de Deus.
          Jesus também, nesse exato momento, que saber se o amor que dizemos ter por Ele, é superior a qualquer coisa. O nosso amor por Jesus precisa ser incomparável, maior do que as riquezas desse mundo. Nosso amor por Jesus precisa ser inegociável. Jesus constantemente coloca à prova nossa capacidade em amá-Lo em comparação a tudo que se deseja nessa vida (fama, dinheiro, bens, status, posição, etc.). Jesus quer ocupar o primeiro lugar no trono do seu viver. Ele é superior aos seus e aos meus projetos e objetivos. Coloque o Reino de Deus como prioridade máxima em toda a sua existência.
          Será que Jesus tem algum motivo para acreditar que nós realmente O amamos? Dizer que ama a Jesus, hoje em dia, tem sido tão vulgar, tão vazio, tão sem significado. Dizemos que amamos, mas nosso discurso não se alinha com nossa prática. Amar a Jesus sempre está ligado à renúncia, a negar muitas coisas. O que se tem hoje é um “amor barato”, amor sem esforço. Pedro então entendeu que não havia nenhum motivo para Jesus acreditar que ele O amava.
         Sinceramente, responda para você mesmo, o que você tem renunciado por amor a Jesus?
          A evidência que precisamos desenvolver para mostrar que amamos a Cristo, é amar a todos, é fazer o bem sem olhar a quem. Essa é a prova que realmente amamos ao Senhor - amar aos irmãos. Jesus orienta a Pedro que demonstre o seu amor a Ele, amando e cuidando dos irmãos. O amor não é sentimento, amar é opção da nossa vontade. Precisamos aprender a amar como Jesus e amar até o fim (Jo 13:1).
          O amor a Cristo e ao próximo é indispensável para a vida normal da Igreja. Coloque tudo o que você tem a disposição de Jesus e perceberá que precisamos desenvolver com qualidade o pastoreio mútuo entre nós.

  • Afirmativa-Chave:O nosso amor por Jesus precisa ser incomparável, maior do que as riquezas desse mundo. Nosso amor por Jesus precisa ser inegociável. Jesus constantemente coloca à prova nossa capacidade em amá-Lo em comparação a tudo que se deseja nessa vida (fama, dinheiro, bens, status, posição, etc.).


  • Pergunta Padrão:Será que nós não estamos muitos preocupados com o nosso sustento, com a nossa sobrevivência? Será que realmente amamos ao Senhor ou amamos o “barco” que garante a nossa sobrevivência, nosso sustento?


Gilvan Silva Santos, servo do Deus Altíssimo em espírito, alma e corpo (I Tes5:23)
Itabuna-Bahia 09.05.2013 (21h20min)
[gilvansilva00@hotmail.com; (73) 9191-0910; 8825-1811]
Siga-me no Twitter: http://twitter.com/Gilvan1973_BA




Alimento Bíblico 49: “Tu Me Amas?”. Parte II



         Depois do chamado e da vocação de Pedro, abordados na Parte I desse estudo, podemos entender a pergunta do titulo de nossa reflexão: “Tu Me Amas?”.
         Depois que Pedro negou Jesus, ele desenvolveu um tremendo sentimento de covardia e resolveu voltar à sua antiga profissão da qual o Senhor o havia tirado, mostrando que nEle todos fomos chamados.
          Quando Pedro negou a Jesus, ele o fez por três vezes (Lc 22:54 à 62). Essa atitude de Pedro, e também a nossa em nossas ações cotidianas, daria direito ao Senhor Jesus de executar o que está registrado em Lucas 12:8-9:“E digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens, também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus; mas quem me negar diante dos homens, será negado diante dos anjos de Deus”. É muito fácil falarmos que Pedro negou Jesus, mas e nós? Será que nós também não estamos negando Jesus com nossas ações, ou com nossa omissão?
          Por essa razão, quando o Senhor Jesus apareceu a Pedro em Joao 21:1 à 17, foi necessário Pedro confessa-lo por três vezes, para “anular” os  efeitos de suas três negações, registradas nas Escrituras. Pedro confiava em sua força, e quando agia assim, confiando em si mesmo, envergonhava ao Senhor Jesus.
          A pergunta do Senhor Jesus é desafiadora também para nós hoje. Será que realmente, amamos ao Senhor Jesus?
        A iniciativa de voltar à mesma vida de antes, a vida de pescador, partiu de Pedro: “Disse-lhes Simão Pedro: Vou pescar. Disseram-lhe os outros: Também nós vamos contigo. Saíram, e entraram no barco, e, naquela noite, nada apanharam”. (Jo 21:3). Os demais discípulos acompanharam Pedro. No inicio do ministério de Pedro, foi Jesus que disse que ele deveria lançar seu barco ao “mar alto” e “lançar as suas redes”. (Lc 5: 1 à 11). Só devemos lançar nossas redes ao comando do Senhor. Qualquer iniciativa nossa, deve primeiro ser iniciativa do Senhor. Ou seja, não devemos e não podemos fazer nada por nós mesmos, sem Jesus Cristo, sem a total dependência do Espirito Santo. A nossa vontade deve ser a vontade do Senhor. E Pedro quis ir pescar, quis voltar ao sua vida de outrora.
         E os discípulos acompanham Pedro e também vão pescar. A pescaria durou toda a noite, mas novamente, eles nada apanharam. Eles não tinham esquecido suas habilidades como pescadores. A verdade é que havia outras prioridades no mundo espiritual, algumas pendências que precisavam ser resolvidas na vida de Pedro.
          Não posso afirmar que os discípulos estavam abandonando a disposição de seguir a Cristo, mas com certeza eles estavam sem saber o que fazer. Pescar ainda representava para eles uma necessidade, uma forma de garantir suas subsistências.
         O Senhor Jesus novamente vai se manifestar aos seus discípulos. Que amor é esse? Queridos, como o Senhor também quer se manifestar a nós hoje! E quantos de nós não conseguimos reconhecê-Lo. Mas, ao clarear da madrugada, estava Jesus na praia; todavia, os discípulos não reconheceram que era ele” (Jo 21:4). Jesus estava esperando os seus discípulos na beira da praia. Perceba, que dessa vez Ele não está no barco com Pedro e os discípulos, mas os espera para um grande banquete na praia. Perguntou-lhes Jesus: Filhos, tendes aí alguma coisa de comer? Responderam-lhe: Não (Jo 21:5). O Senhor os chama de

filhos e demonstra que os ama, com um amor incondicional. Ele também quer que os discípulos reconheçam que “estar no mar” e “lançar as redes”, não significa que teriam peixes.
          Eles não têm nada para comer. Entretanto, lançar as redes sob o comando de Jesus, em total obediência a Ele e à Sua Palavra é a garantia de que os peixes virão para a rede (Jo 21:6), e em quantidade.
        João reconhece que era Jesus quem estava na praia diz isso a Pedro. A quantidade de peixes foi surpreendente. Jesus sempre nos surpreende. Irmãos, que enorme poder o Senhor Jesus têm. Somente Ele pode atrair e ordenar “os peixes para nossa rede”. Confia nEle,  meu querido!
          Agora, chegou o grande momento para Pedro. O encontro pessoal e restaurador com Jesus. E Pedro “lançou-se ao mar” (Jo 21:7) e nadou “desesperadamente” ao encontro de Jesus. Fico a me perguntar o que será que passou na mente de Pedro enquanto ele nadava: “poxa, eu o neguei”, “será que Ele via me perdoar?”, “essa é minha ultima oportunidade”. Que coragem teve Pedro!. Mesmo tendo negado o Senhor por três vezes, Pedro vai desesperadamente ao Seu encontro.  Jesus estava esperando por Pedro. Ele está a esperar de braços abertos por mim e por você também.
          Quando Pedro chega onde está o Senhor, os demais discípulos chegam logo em seguida e descobrem algo surpreendente: já estava preparado todo o banquete. “Ao saltarem em terra, viram ali umas brasas e, em cima, peixes; e havia também pão” (Jo 21:9). Já estava tudo preparado, o jantar já estava arrumado, mas mesmo assim, Jesus pede alguns dos peixes que eles acabaram de pescar. Tudo o que o Senhor nós permite ter, recebemos dEle, e deve ser devolvido a Ele. Disse-lhes Jesus: Trazei alguns dos peixes que acabastes de apanhar (Jo 21:9). Como Simão novamente está obediente ao comando de Cristo. Pedro não questiona nada e apenas obedece sem reservas: “Simão Pedro entrou no barco e arrastou a rede para a terra, cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e, não obstante serem tantos, a rede não se rompeu” (Jo 21:11). Deus sempre nos dará “cento e cinquenta e três” grandes oportunidades. São “cento e cinquenta e três” grandes peixes para quem lança a rede a comando de Cristo. Por isso, se lance sem reserva nos braços de Jesus.
          Que grande privilegio – jantar com o Senhor. Todos estão em silêncio. Eles sabem que é o Senhor: “Disse-lhes Jesus: Vinde, comei. Nenhum dos discípulos ousava perguntar-lhe: Quem és tu? Porque sabiam que era o Senhor (Jo 20:12).
          Como o Senhor Jesus é educado. Ele só inicia o dialogo com Pedro depois do jantar. Pedro poderia se “engasgar” e ter “indigestão” com a “lavagem de roupa suja” que o Senhor estava por fazer.
          A parte final será no próximo estudo.  
 

  • Afirmativa-Chave:Qualquer iniciativa nossa, deve primeiro ser iniciativa do Senhor. Ou seja, não devemos e não podemos fazer nada por nós mesmos, sem Jesus Cristo, sem a total dependência do Espirito Santo. A nossa vontade deve ser a vontade do Senhor

  •  Pergunta Padrão:Será que nós também não estamos negando Jesus com nossas ações, ou com nossa omissão?


Gilvan Silva Santos, servo do Deus Altíssimo em espírito, alma e corpo (I Tes5:23)
Itabuna-Bahia 09.05.2013 (11h36min)
[gilvansilva00@hotmail.com; (73) 9191-0910; 8825-1811]
Siga-me no Twitter: http://twitter.com/Gilvan1973_BA