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"Não tolere o que a Bíblia reprova" (Gilvan, 15.05.2005)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Estudo V – Viagem da Oração – Mergulho no Ser (Jonas 2:1-10)

  • No lugar mais escuro, a visão mais clara; no lugar mais apertado, a visão mais ampla; no lugar mais solitário, a visão mais solidaria;
  • É interessante notar que Jonas, ao receber a ordem divina, não disse nem sim nem não. Ele simplesmente fugiu para outro lugar. Deus esperava uma resposta dele, e ele fica em silêncio, e ao fugir, ele se omite;
  • Talvez Jonas quisesse se suicidar quando mergulhou no mar. Ele tinha perdido a esperança, oportunidade e talvez a salvação;
  • Longe da vontade de Deus, não temos esperança, não vale a pena existir e Jonas sabia disso (v.6) 
  • A morte é a sua primeira opção. Sem perspectiva, ele desiste de tentar, de lutar, de crer.
  • Jonas perdeu o sentido da vida quando ele, sabendo da verdade, preferiu persistir no erro (1:12). Jonas preferiu morrer a mudar de atitude. Em outras palavras, ele estava dizendo: "podem me jogar na água, mas eu não mudo, não volto atrás". Persistiu no seu erro até as últimas conseqüências
  • Aquela angustia fez com que Jonas enxergasse o que antes lhe era muito difícil de perceber:
  • Ele mesmo, sua necessidade de Deus, seu egoísmo, intolerância, indiferença, problemas, depressão, desesperos, preconceitos e seus muitos medos;
  • Jonas fez a viagem mais importante de sua vida – a viagem de oração. Foi uma oração feita em grande aflição, e num lugar esquisito; (não há como não clamar ao Senhor - seja onde for em que tempo for)
  • O conhecimento de nós mesmo precisa ser mediado pela presença do Espírito Santo (Tt 3,5);
  • Quando nossa alma desfalece, lembramos (v.7): Do que já ouvimos a respeito de Deus; Do seu santo templo; Da disposição de Deus em ouvir nossas orações
  • Jonas reconhecia que cultuava a si mesmo, ao seu orgulho (v.8), havia abandonado a fidelidade de Deus;
  • Deus exige fidelidade; É misericordioso e capaz de perdoar fraquezas, fugas, enganos, omissão, desde que haja sinceridade em buscar o Seu socorro (Is 57.15).
  • O autoconhecimento e o conhecimento de Deus são faces de uma mesma moeda:
  • Depois da experiência do fundo do poço (ventre do grande peixe), Jonas escolhe romper para a sua verdadeira vocação: ser instrumento de Deus;
*      Jonas percebe que ser servo de Deus é tornar-se uma ponte e fazer a travessia de si mesmo para ir ao encontro do outro;
*      A verdadeira liberdade produz coragem e lucidez; produz vida e energia na superação de obstáculos que nos impede de ir em busca do “elo perdido” – da volta ao primeiro amor;
  • Precisamos entrar no deserto, mergulhar dentro de nós mesmos, para podermos receber a graça de Deus;
  • No deserto, no ventre do grande peixe, afastamos tudo aquilo que não é de Deus:
  • Precisamos penetrar no silencio – na viagem da oração – para percebermos que o olho só é olho se for transparente - e Deus se dá assim: transparente e invisível.
  • Na transposição de obstáculos – ao fazermos a viagem de oração – Deus nos faz ver a vida com outros olhos;
  • Depois dessa viagem de oração vemos novo Jonas, arrependido e disposto a cumprir o mandado missionário:
*      Tudo pode ser mudado pela oração – (Ed 8.23) – Ela é a moeda que o Senhor utiliza aqui na Terra;
  • Finalmente Jonas sai do ventre do peixe agora ainda mais fedorento, seu estado é lastimável, Jonas precisa de um banho, precisa passar pelas águas, e ter um renovo. 
  • Água simboliza vida, simboliza Espírito Santo, (como precisamos dEle!).
Busque um encontro com o Espírito Santo de Deus, você será outro. (A plenitude do Espírito é para todos nós – At. 2:17).
Ø  Escola Bíblica Dinâmica (EBD) – II Semestre 2008
Ø  Tema do Semestre: Mergulho no Ser - Estudos no livro de Jonas
Ø  Igreja Batista Teosópolis. Gilvan Silva Santos, servo do Deus Altíssimo em espírito, alma e corpo (gilvansilva00@hotmail.com; 73 8848-3714; 9995-4551; 9191-0910)

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